Avançar para o conteúdo principal

PARTICIPA NO CONCURSO "FAÇA LÁ UM POEMA"!

Dá asas à tua criatividade e participa no Concurso "Faça Lá um Poema"!

O Concurso “Faça Lá um Poema” é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e do Centro Cultural de Belém que tem como objectivo incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de poesia.

Destinatários: alunos do 7º ao 12º ano.

Tema: Não há qualquer tema obrigatório para os poemas a concurso, ou seja, o tema é livre.

Extensão do texto: Recomenda-se que a extensão máxima de cada texto não ultrapasse os 4000 caracteres, incluindo espaços.

Critérios de selecção: correcção da escrita, riqueza de conteúdo, originalidade do tema e da linguagem.

Participação no Concurso: Escreve o teu poema a computador numa folha A4, identificando-o com o teu nome, nº de aluno e turma.
Prazo de entrega: 27 de Janeiro.
Local de entrega: balcão de atendimento da Biblioteca.

Prémios: Serão anunciados oportunamente no blogue da Biblioteca.
Entrega de prémios: Terá lugar no Centro Cultural de Belém a 21 de Março de 2010 e será integrada no programa do Dia Mundial da Poesia.

EMPENHA-TE E... BOM TRABALHO!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Exposição sobre História e Cultura de Países de Língua Inglesa

Exposição de trabalhos realizados pelos alunos das turmas do 8º ano, no âmbito da disciplina de Inglês, sobre História e Cultura de países de língua Inglesa.

Concurso Palavras Cruzadas "Os Direitos das Mulheres no Irão e no Mundo"

 Realizámos um concurso de Palavras Cruzadas  sobre a atividade " Os Direitos das Mulheres no Irão e no Mundo ".  O 1.º prémio foi um jantar para duas pessoas no restaurante  Khayyam. 

Poemas de Natal de Autores Portugueses

PRELÚDIO DE NATAL Tudo principiava pela cúmplice neblina que vinha perfumada de lenha e tangerinas Só depois se rasgava a primeira cortina E dispersa e dourada no palco das vitrinas a festa começava entre odor a resina e gosto a noz-moscada e vozes femininas A cidade ficava sob a luz vespertina pelas montras cercada de paisagens alpinas. David Mourão-Ferreira Natal Divino Natal divino ao rés-do-chão humano, Sem um anjo a cantar a cada ouvido. Encolhido À lareira, Ao que pergunto Respondo Com as achas que vou pondo Na fogueira. O mito apenas velado Como um cadáver Familiar… E neve, neve, a caiar De triste melancolia Os caminhos onde um dia Vi os Magos galopar… Miguel Torga