Avançar para o conteúdo principal

Tempos Modernos,

em parceria com o Plano Nacional de Cinema


Foi exibido, no dia 20 de fevereiro, o filme de Charlie Chaplin, Tempos Modernos, em parceria com o Plano Nacional de Cinema, o Departamento de Ciências Sociais e Humanas do Agrupamento e a Biblioteca Navegar. Assistiram ao filme os alunos das turmas do 10º e do 11º ano, do curso de ciências socioeconómicas.
Trata-se de uma obra que, para além da criatividade humorística de Chaplin que continua a fazer-nos sorrir, mantém toda a sua atualidade ao fazer-nos refletir sobre um assunto tão sério como a velha problemática da tecnologia na sua relação com o trabalho, o emprego e/ou o desemprego e demais problemas sociais que lhe estão associados, particularmente preocupantes em períodos de crise, como a que se seguiu a 24 de outubro de 1929 (mas também na recente crise de 2008).

Artigo publicado no Boletim Navegar 2

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Exposição sobre História e Cultura de Países de Língua Inglesa

Exposição de trabalhos realizados pelos alunos das turmas do 8º ano, no âmbito da disciplina de Inglês, sobre História e Cultura de países de língua Inglesa.

Concurso Palavras Cruzadas "Os Direitos das Mulheres no Irão e no Mundo"

 Realizámos um concurso de Palavras Cruzadas  sobre a atividade " Os Direitos das Mulheres no Irão e no Mundo ".  O 1.º prémio foi um jantar para duas pessoas no restaurante  Khayyam. 

Poemas de Natal de Autores Portugueses

PRELÚDIO DE NATAL Tudo principiava pela cúmplice neblina que vinha perfumada de lenha e tangerinas Só depois se rasgava a primeira cortina E dispersa e dourada no palco das vitrinas a festa começava entre odor a resina e gosto a noz-moscada e vozes femininas A cidade ficava sob a luz vespertina pelas montras cercada de paisagens alpinas. David Mourão-Ferreira Natal Divino Natal divino ao rés-do-chão humano, Sem um anjo a cantar a cada ouvido. Encolhido À lareira, Ao que pergunto Respondo Com as achas que vou pondo Na fogueira. O mito apenas velado Como um cadáver Familiar… E neve, neve, a caiar De triste melancolia Os caminhos onde um dia Vi os Magos galopar… Miguel Torga