Avançar para o conteúdo principal

Sugestão de Leitura

Já viste o filme "A Invenção de Hugo"?


Então, não deixes de requisitar, na TUA Biblioteca, o livro em que esta película de Martin Scorsese se baseou. Eis aqui um excerto da obra A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick:



"A história que estou prestes a partilhar convosco passa-se em 1931, sob os telhados de Paris. Aqui, irão conhecer um rapaz chamado Hugo Cabret, que, há muito tempo, descobriu um misterioso desenho que mudou a sua vida para sempre.
Mas antes de virar a página, imagine-se sentado na escuridão, à espera do início de um filme. No ecrã, o sol nascerá em breve e vai dar por si a aproximar-se de uma estação de comboios, em plena cidade. Atravesse rapidamente as portas até chegar a uma entrada cheia de gente. Vai dar pela presença de um rapaz no meio da multidão. Ele começará a caminhar ao longo da estação. Siga-o, pois trata-se de Hugo Cabret."

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Exposição sobre História e Cultura de Países de Língua Inglesa

Exposição de trabalhos realizados pelos alunos das turmas do 8º ano, no âmbito da disciplina de Inglês, sobre História e Cultura de países de língua Inglesa.

Concurso Palavras Cruzadas "Os Direitos das Mulheres no Irão e no Mundo"

 Realizámos um concurso de Palavras Cruzadas  sobre a atividade " Os Direitos das Mulheres no Irão e no Mundo ".  O 1.º prémio foi um jantar para duas pessoas no restaurante  Khayyam. 

Poemas de Natal de Autores Portugueses

PRELÚDIO DE NATAL Tudo principiava pela cúmplice neblina que vinha perfumada de lenha e tangerinas Só depois se rasgava a primeira cortina E dispersa e dourada no palco das vitrinas a festa começava entre odor a resina e gosto a noz-moscada e vozes femininas A cidade ficava sob a luz vespertina pelas montras cercada de paisagens alpinas. David Mourão-Ferreira Natal Divino Natal divino ao rés-do-chão humano, Sem um anjo a cantar a cada ouvido. Encolhido À lareira, Ao que pergunto Respondo Com as achas que vou pondo Na fogueira. O mito apenas velado Como um cadáver Familiar… E neve, neve, a caiar De triste melancolia Os caminhos onde um dia Vi os Magos galopar… Miguel Torga