sexta-feira, 11 de outubro de 2019 0 comentários

DOS ALUNOS: Dia do Diploma na Secundária do Restelo

Na sequência do dia do diploma, entrevistámos o diretor da Escola Secundária do Restelo, o professor Júlio Santos (JS), para saber mais acerca deste evento.



Para começar, perguntamos-lhe o que foi o dia do diploma?

JS: Foi uma cerimónia instituída pelo ministério da Educação e visa, antes de mais, a entrega de diplomas aos alunos que terminam o secundário. Portanto, o dia do diploma visa, por um lado, certificar os alunos, mas também criar um referencial pela positiva. Por isso, a escola integra no dia do diploma outras menções como o prémio da Junta de Freguesia de Belém, que visa distinguir o aluno com a média mais elevada, ao qual está associado um valor de 500 euros. São ainda entregues as menções de excelência do secundário.  Este ano entregámos também o prémio de mérito que pressupõem, entre outras coisas, o desenvolvimento de iniciativas de reconhecido valor social.

Como correu a cerimónia da atribuição dos diplomas?

JS: Correu muito bem. As pessoas são convidadas, está presente quem pode. Estas cerimónias correm sempre muito bem. As pessoas sentem-se mobilizadas, portanto o clima do grupo é muito positivo, já que partilham os valores da excelência, competência…

Quem esteve na cerimónia?

JS: Os alunos, pais, encarregados de educação, professores, o presidente do conselho geral e o presidente da junta de freguesia.

Gostaríamos de lhe perguntar qual é a razão para esta cerimónias não ser aberta à comunidade escolar e em particular a todos os alunos?

JS: Ela é aberta.

Qualquer aluno pode ir?

JS: No alinhamento de setembro está lá o Dia do Diploma, aberto à comunidade escolar.

Nós enquanto alunos não tivemos qualquer informação sobre a cerimónia.


JS: Ainda está no site. Esta cerimónia é aberta à comunidade educativa. Aqui temos um problema, o espaço. Fazíamos isto no polivalente, mas preferimos transferi-la para aqui (para a Biblioteca), dá mais dignidade.

Pedro Henriques e Manuel Clemente - 11º F
sexta-feira, 4 de outubro de 2019 0 comentários

DOS ALUNOS: Greve global pelo clima


Na sexta-feira de 27 de setembro, estudantes de todo o mundo fizeram greve às aulas para se manifestarem em defesa do clima. Os manifestantes gritaram palavras de ordem, exigindo aos líderes políticos que tomassem medidas no sentido de travar as alterações climáticas. 



Durante toda a semana de ação global pelo clima, iniciada dia 20 e terminada dia 27, registaram-se mais de 6000 eventos. Este movimento verificou-se em cerca de 170 países, contando com mais de 7,6 milhões de participantes em todo o mundo.
Esta onda de greves e manifestações chegou a Portugal, sendo que os estudantes, incluindo muitos da Escola Secundária do Restelo, aderiram com grande entusiasmo. Apesar de inicialmente dirigido aos jovens, pessoas de todas as idades e profissões começaram a juntar-se ao movimento, sendo que muitos professores acompanharam os alunos às manifestações. 
Na maior parte dos países, foi exigido o cumprimento das metas estabelecidas no Acordo de Paris. No caso português, foi a redução de cerca de 50% das emissões de gases com efeito de estufa até 2030 e o encerramento das centrais termoelétricas de Sines e do Pego.
Marta Abreu e Marta Saramago, do 11ºF 
sexta-feira, 27 de setembro de 2019 0 comentários

... DOS ALUNOS

Começamos hoje uma nova rubrica neste blogue com um enorme sentimento de urgência, tal como Saint Exupery quando desenhou os embondeiros em o Principezinho.


                                          In: https://showyourstripes.info

A imagem representa o aquecimento verificado em Portugal entre 1901 e 2018, desde o azul escuro (temperaturas mais baixas) até ao vermelho escuro (temperaturas mais elevadas). Cada barra corresponde a um ano.
Na hiperligação acima é possível ver a evolução doutros países.
Nas próximas semanas, continuaremos esta rubrica com pequenos artigos criados e/ou escritos pelos alunos.
Daremos notícias disso.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019 0 comentários

quinta-feira, 11 de julho de 2019 0 comentários

Felicidade e filosofia - uma questão ética



FELICIDADE E FILOSOFIA - UMA QUESTÃO ÉTICA


A demanda da felicidade acompanha o homem desde sempre. Indefinível, ela reveste-se de múltiplas manifestações, consoante as culturas, as épocas e os indivíduos. Com ela coloca-se o sentido da vida, renova-se a pergunta 'o que é o homem?', interroga-se a ética. Felicidade ou liberdade? A felicidade depende de coisas exteriores, ou do nosso modo de ser? É possível ser feliz numa sociedade infeliz?
              Para pensar estas e outras questões, alunos do 10º ano pensaram, discutiram e escreveram sobre a felicidade como problema filosófico, a partir da leitura integral da obra de MIGUEL REAL-A NOVA TEORIA DA FELICIDADE, D. Quixote. O filósofo e crítico literário descolocou-se à escola no dia 7 de maio, para uma palesta sobre o tema com os alunos.

Nota: a obra faz parte do acervo da biblioteca.












sexta-feira, 24 de maio de 2019 0 comentários

Sophia de Mello Breyner: O centenário da poetisa situada para lá do tempo

A Biblioteca "Navegar"  recorda a poetisa ...


(1919/ 2019)

O mar dos meus olhos

Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma


E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes


Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites
de tardes... e calma










Um dia
Um dia, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.

O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nossos membros lassos
A leve rapidez dos animais.

Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.
 
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018 0 comentários

Poema de Natal


 

Quando um Homem Quiser

Tu que dormes à noite na calçada do relento
numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que dormes só o pesadelo do ciúme
numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
e sofres o Natal da solidão sem um queixume
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Natal é em Dezembro
mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
é quando um homem quiser
Natal é quando nasce
uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto
que há no ventre da mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
tu que inventas bonecas e comboios de luar
e mentes ao teu filho por não os poderes comprar
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Ary dos Santos, in 'As Palavras das Cantigas
 
 
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Natal



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Nem eu sei realmente como a ceia faustosa possa saber bem, como o lume do salão chegue a aquecer – quando se considere que lá fora há quem regele, e quem rilhe, a um canto triste, uma côdea de dois dias. É justamente nestas horas de festa íntima, quando pára por um momento o furioso galope do nosso egoísmo, – que a alma se abre a sentimentos melhores de fraternidade e de simpatia universal, e que a consciência da miséria em que se debatem tantos milhares de criaturas, volta com uma amargura maior. Basta então ver uma pobre criança, pasmada diante da vitrine de uma loja, e com os olhos em lágrimas para uma boneca de pataco, que ela nunca poderá apertar nos seus miseráveis braços – para que se chegue à fácil conclusão que isto é um mundo abominável. Deste sentimento nascem algumas caridades de Natal; mas, findas as consoadas, o egoísmo parte à desfilada; ninguém torna a pensar mais nos pobres, a não ser alguns revolucionários endurecidos, dignos do cárcere e a miséria continua a gemer ao seu canto!
Os filósofos afirmam que isto há de ser sempre assim: o mais nobre de entre eles, Jesus, cujo nascimento estamos exatamente celebrando, ameaçou-nos numa palavra imortal «que teríamos sempre pobres entre nós». Tem-se procurado com revoluções sucessivas fazer falhar esta sinistra profecia – mas as revoluções passam e os pobres ficam.
(Eça de Queirós, “O Natal – a «Literatura de Natal» para crianças”, Gazeta de Notícias, 9 de fevereiro de 1881).





terça-feira, 11 de dezembro de 2018 0 comentários

Boas Festas



Os Colaboradores da Biblioteca desejam a toda a Comunidade Educativa um Feliz e Santo Natal.







 
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