terça-feira, 20 de outubro de 2020 0 comentários

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA EM VOZ ALTA

 





3.º ciclo e Ensino Secundário                 
até 31 de outubro

A primeira edição do Concurso Nacional de Leitura em Voz Alta – Palser já está a decorrer. A entrega dos trabalhos relativos ao Concurso Nacional de Leitura em Voz Alta foi adiada para 31 de outubro próximo.

Saber mais:
A escolha dos géneros e dos textos literários a apresentar
oralmente é livre; mas podem seguir as sugestões do PNL.
No regulamento têm essa informação.

 https://www.maratonadeleitura.pt/concurso-de-leitura-em-voz-alta/.

                                                      PARTICIPEM!

                        Blogue  em  reestruturação. Seremos breves.


                                                     BOAS LEITURAS!








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EXPOSIÇÃO - DiA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

 


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DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO - 16 de OUTUBRO

sexta-feira, 16 de outubro de 2020 0 comentários

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO - 16 de OUTUBRO


Agrupamento de Escolas do Restelo


PES (Promoção da Educação para a Saúde em meio escolar)

Ano letivo 2020/2021

Concurso de Fotografia

Objetivo

Tirar fotografias e impressionar

“Nós somos o que comemos!”

 

      “A Guerra entre Alimentos Saudáveis e Não Saudáveis!”



 “Que desperdício…!”    

Atualmente, os hábitos alimentares inadequados são um dos principais determinantes da perda de anos de vida saudável pelos portugueses. E a má utilização dos recursos alimentares…?

Estes são os temas para o concurso! Tira fotografias, pode ser com o telemóvel, que retratem os temas, depois envia para o seguinte e-mail benavegar@aerestelo.pt  com uma pequena legenda e identificadas!

Tens até dia 30 de outubro! Participa! É giro!

O concurso insere-se na comemoração do Dia Mundial da Alimentação 16 de outubro e é dinamizado pela PES em colaboração com a Biblioteca Navegar.

terça-feira, 13 de outubro de 2020 0 comentários

Prémio Nobel da Literatura 2020

 O Prémio Nobel da Literatura de 2020 foi atribuído à poetisa e ensaísta americana Louise Glück, "pela sua inconfundível voz poética que, com austera beleza, torna universal a existência individual".

Nascida em Nova Iorque em 1943, Louise Gluck já ganhou vários grandes prémios literários nos Estados Unidos, incluindo um Pulitzer, em 1993, e um National Book Award, em 2014. Agora, foi a vez de a Academia Sueca distinguir o trabalho da autora.

Paisagem/3

Nos fins do outono uma rapariga deitou fogo
a um trigal. O outono
fora muito seco; o campo
ardeu como palha.
Depois não sobrou nada.
Se o atravessávamos, não víamos nada.
Nada havia para colher, para cheirar.
Os cavalos não compreendem –
Onde está o campo, parecem dizer.
Como tu ou eu a perguntar
onde está a nossa casa.
Ninguém sabe responder-lhes.
Não sobra nada;
resta-nos esperar, a bem do lavrador,
que o seguro pague.
É como perder um ano de vida.
Em que perderias um ano da tua vida?
Mais tarde regressas ao velho lugar –
só restam cinzas: negrume e vazio.
Pensas: como pude viver aqui?
Mas na altura era diferente,
mesmo no último verão. A terra agia
como se nada de mal pudesse acontecer-lhe.
Um único fósforo foi quanto bastou.
Mas no momento certo – teve de ser no momento certo.
O campo crestado, seco –
a morte já a postos
por assim dizer.

*Terceira parte do poema “Landscape”, de Averno (2006), traduzido por Rui Pires Cabral. Os versos foram publicados no n.º 12 da revista Telhados de Vidro, da editora Averno, em maio de 2009

 


sexta-feira, 9 de outubro de 2020 0 comentários

OUTUBRO: Mês Internacional das Bibliotecas Escolares ( MIBE)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO

BIBLIOTECA ESCOLAR NAVEGAR

 Mês Internacional das Bibliotecas                        Escolares 

                      OUTUBRO 2020

                           

                                                                                                 
terça-feira, 6 de outubro de 2020 0 comentários

JOÃO BOTELHO e JOSÉ SARAMAGO: um compromisso com a Cidadania. A propósito do ANO DA MORTE DE RICARDO REIS

 




"Longe das boas intenções que enchem o inferno,

 precisamos de cuidado e atenção para o que somos, de onde vimos e para onde vamos"

                     Guilherme d' Oliveira Martins

 

              João Botelho, na senda do que tem vindo a realizar, recorre uma vez mais ao que está escrito em português para trazer para a tela, sendo agora o livro de José Saramago, o Ano da Morte de Ricardo Reis. Um trabalho necessário e oportuno, que merece um ver e um ler atentos. Não para um exercício de comparação, em demanda da fidelidade à obra literária, que constitui uma falácia, aqui e noutras adaptações deste e de outros realizadores. A adaptação literária para o cinema é uma mudança de linguagem, um itinerário novo desenhado pelo realizador, também ele intérprete enquanto leitor. Literatura e cinema, ainda que sejam sistemas com inúmeros pontos de contacto, são duas formas de narrativa, que evidenciando naturezas distintas e incomparáveis, constituem obras que valem por si.

              Não trata este breve texto da análise deste filme de Botelho, cujo trabalho acompanho e prezo, ainda que o considere como obra cinematográfica, meritória, pela competente direção de atores, pela riqueza psicológica de algumas personagens, pelo recurso à pelicula a preto e branco com que veste o ano de 1936, que de algum modo o torna também 'personagem'. O que aqui se traz é a luta contra o esquecimento, denominador comum ao cineasta e ao escritor, o avivar da memória, sem a qual não há construção de cidadania. O Ano da Morte de Ricardo Reis transporta-nos para o escuro ano de 1936: o nazismo na Alemanha; o fascismo na Itália; as eleições em Espanha e o golpe militar que se lhe seguiu; o massacre de Badajoz e a guerra civil; os primórdios do fascismo de Salazar e com ele o emergir da Legião Portuguesa e a criação da Mocidade Portuguesa, na esteira da juventude hitleriana; o terreno onde se semeou a deflagração da II Grande Guerra. Mais: a atmosfera cinzenta, porque conservadora e repressiva que então se vivia, a pobreza mantida do povo, sempre cerceadora da liberdade e reforço de conformismos, o bodo da páscoa, ajuda malvada a servir os desígnios opressivos do regime totalitário. E ainda a vigilância de uns sobre os outros, aguçada para a denúncia, que alimentou a robusta durabilidade do regime. Porque aconteceu tudo isto? O que é que, nas suas variantes e subtilezas, pode com camuflagem, vir a acontecer?

              A consciência é sempre consciência de alguma coisa, cada ato intelectual e coletivo, é um caminho traçado entre uma ignorância e um saber. E precisamos saber para fazer as fundas interrogações que orientem o nosso agir, para despertar a cidadania ativa, que não se desapega da reflexão sobre o que nos cerca e para onde queremos ir. Precisamos de transmissão da memória, do saber e da reflexão que ela alberga, das suas referências coletivas na nossa trajetória e destino comum. Estaremos a fazê-lo o suficiente e adequadamente? No mundo de hoje onde grassam os populismos e a democracia se fragiliza, é necessário que não fiquemos distraídos, é pertinente ver Botelho e ler Saramago, e/ ou outros, no contributo para alimentar uma cultura de liberdade e de paz.

             

                                                                            Maria Alcina do Carmo Dias

                                                                                  Professora de Filosofia


domingo, 6 de setembro de 2020 0 comentários

Votos de felizes e especiais leituras 2020 - 2021





AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO

BIBLIOTECA  ESCOLAR 

Biblioteca NAVEGAR . BE





A BE SAÚDA A COMUNIDADE EDUCATIVA !


        Votos de felizes e especiais leituras                        2020-2021             

 

 

segunda-feira, 22 de junho de 2020 0 comentários

Devolução dos livros das Bibliotecas Escolares - empréstimo domiciliário


quarta-feira, 17 de junho de 2020 0 comentários

Pordata em 10 Passos

A Fundação Pordata produziu um conjunto de 10 pequenos vídeos de 45 segundos cada um, que podem ser úteis a alunos, a professores e a qualquer cidadão interessado em conhecer a realidade através dos números e das estatísticas.



Pordata em 10 passos




Academia Pordata





2.     Como está organizada? (0:49)

3.     Os quadros (0:45)


5.     Para uma consulta avançada (1:08)


7.     Como fazer operações?  (0:49)


9.     Como ver os dados em mapa? (0:51)


11.  Best of (2:21)
 
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