domingo, 6 de junho de 2021 0 comentários

10 de Junho – Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas



A adoção de Camões como símbolo de Portugal, sobretudo a partir do século XIX, e a evolução da sua relevância no contexto histórico do país. 
A identificação da figura do poeta enquanto representação da cultura e identidade do povo português no mundo.
Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, o dia 10 de junho era celebrado como o "Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses".
Após a revolução do 25 de abril de 1974, que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, a celebração do dia passou a prestar homenagem a Portugal, a Camões e às Comunidades Portuguesas.
                      

         "Os Lusíadas" no "Dia de Portugal"

Publicado em 1572, o livro Os Lusíadas, de Camões, é um clássico da literatura portuguesa. Divido em dez cantos, o longo poema épico é um grande elogio ao povo português. Na epopeia de Camões o objetivo é cantar a pátria, a história de Portugal. Os versos camonianos celebram os “feitos da famosa gente” portuguesa (canto I), enaltecem “o peito ilustre lusitano” (canto I). A viagem de expansão marítima se torna pretexto para que toda a história passada de Portugal seja cantada.

Camões evidencia a todo o momento uma preocupação em dizer a verdade no seu poema épico, ele frisa em diversas passagens o desejo de cantar os acontecimentos que julga verdadeiros com total transparência: “A verdade que eu conto, nua e crua,/ Vence toda a grandíloca escritura” (Canto V). 
As primeiras linhas do poema épico anunciam o percurso das grandes navegações e o rumo que o poema épico irá tomar. Os versos dedicam-se a homenagear o povo português, aqueles que superaram perigos e guerras para fazer avançar o Império e a Fé.
Além de narrar a conquista do novo reino, Camões já nas primeiras linhas se compromete a contar a história, se for capaz de tamanho “engenho e arte”. Além de narrar a genealogia de Portugal, das conquistas ultramarinas, o poema exalta, sobretudo, o povo português.
sexta-feira, 28 de maio de 2021 0 comentários

Palestra com LÍDIA JORGE


                                                                     

A Palestra, realizar-se-á no âmbito da disciplina de Filosofia do 11º ano, em articulação com a Biblioteca Navegar, no dia 2 de junho pelas 16h30m, uma palestra com Lídia Jorge, consagrada escritora portuguesa, a propósito do seu último livro EM TODOS OS SENTIDOS, recentemente premiado com o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores, patrocinado pela Câmara Municipal de Loulé. 

Trata-se de um livro de crónicas, que aborda alguns temas contemporâneos, e que por essa via permitiu a articulação com a unidade temática: " Temas e problemas da cultura cientifico-tecnológica", em elo deligação entre Literatura e Filosofia.

Ler, pensar, transformar para um mundo melhor.

A importância da leitura, um desafio proposto aos jovens.


sábado, 22 de maio de 2021 0 comentários

DIREITOS HUMANOS e a CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA GLOBAL


Na Escola Secundária do Restelo, no dia 1 de junho a partir das 10:35, palestra seguida de debate, dirigida aos alunos do 3º ciclo e secundário, através da plataforma zoom, com a palestrante Dra. Susana Alves - Jesus.

Breve síntese:

Do que falamos quando falamos em direitos humanos? O que são esses direitos? Sabemos explicá-los clara e facilmente, em poucas palavras, quando nos perguntam o que significam? E para que servem? Em que medida nos ajudam a sermos participantes ativos numa cidadania global, onde todos possamos construir um mundo mais inclusivo, justo, pacífico e respeitador das diferenças, que por vezes nos separam? Ter consciência do que são os direitos humanos, como se foram afirmando, qual o seu significado para os nossos dias são tarefas importantes para que os possamos colocar em prática da melhor forma, na nossa escola, na nossa rua, na nossa cidade, em qualquer lado para onde possamos ir. Afinal aqui, ou do outro lado do mundo, somos todos seres humanos e pertencemos todos, sem exceção, a uma mesma humanidade, que é preciso cuidar. Ou não será assim?

Atividade desenvolvida no âmbito das disciplinas de Filosofia, Educação Moral e Religiosa Católica em articulação com a Biblioteca Navegar.

sábado, 15 de maio de 2021 0 comentários

18 de maio - Dia Internacional dos Museus 2021 - "Recuperar e reimaginar "


Noite dos Museus (15 Maio) | Dia Internacional dos Museus 2021 (18 Maio)


O futuro dos museus: recuperar e reimaginar” é o tema da celebração do Dia Internacional dos Museus.

PROCURA:

http://w3.patrimoniocultural.pt/museus2021/digital/

O futuro dos museus: recuperar e reimaginar” é o tema da celebração do Dia Internacional dos Museus, proposto pelo Conselho Internacional de Museus - ICOM para 2021. 
O tema procura desafiar os museus a criar, imaginar e partilhar novas práticas de criação de valor, novos modelos de negócio para as instituições culturais e soluções inovadoras para os desafios sociais, económicos e ambientais do presente, tendo em conta a atual realidade associada à pandemia que afetou grandemente o setor cultural. No entanto, esta crise também contribuiu para promover inovações que já estavam em curso, nomeadamente o processo de digitalização e a criação de novas formas de experiência e difusão culturais.

O futuro dos museus: recuperar e reimaginar” é o tema da celebração do Dia Internacional dos Museus.
É um convite a todos os que queiram visitar os museus e descobrir o património dos locais onde vivem, seja durante o dia 18 ou na noite do dia 15, fora do horário habitual.
terça-feira, 11 de maio de 2021 0 comentários

TODAS AS PALAVRAS QUE HÃO DE VIR

"Para satisfação dos muitos milhões que a falam nas mais diversas geografias do planeta, a Língua Portuguesa passou, desde 2020, a celebrar o seu Dia Mundial no dia 5 de maio, integrando um restrito grupo de outras seis línguas com idêntico reconhecimento conferido pelo sistema das Nações Unidas, através da UNESCO.(...) Entre as várias iniciativas que o Camões, I. P. concebeu para assinalar essa data, foi decidida a criação de uma publicação que reunisse um conjunto de textos em que escritores dos países de língua portuguesa de diferentes gerações partilhassem um registo de vivências pessoais em torno desta língua em que escrevem.(...)".        

segunda-feira, 10 de maio de 2021 0 comentários

DIA DA EUROPA 9 de maio 2021


Dia da Europa: o que é?

                                                                                                                                                         
            "Unidos na Diversidade" 

                    "in uno plures"

Dia 9 de maio de 1950,  Robert Schuman, o então ministro dos Negócios 
Estrangeiros de França, apresentou, no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, 
em Paris, uma proposta com as bases fundadoras do que é hoje a UE.
Esta proposta ficou conhecida como  "Declaração Schuman",
                                                                                                                            
baseada numa ideia originalmente lançada por Jean Monnet, destacava

os valores de paz,  solidariedade, desenvolvimento económico e social,

equilíbrio ambiental e regional.


Saber mais...





                                         
                         





Espaço de aprendizagem



Se és aluno do ensino básico ou secundário, encontras aqui uma série de jogosconcursos livros de atividades que te permitem a descobrir a UE de uma forma divertida, na escola ou em casa. Além disso, o sítio também dá informações sobre como estudar ou fazer voluntariado no estrangeiro.

Se é professor e quer ajudar os seus alunos a perceber o que é a UE e como funciona, este espaço coloca à sua disposição material didático para todas as idades, que pode usar para preparar as suas aulas. Além disso, também encontra aqui oportunidades para establecer contactos com outras escolas e professores de toda a UE.




                                                   






domingo, 2 de maio de 2021 0 comentários

Dia Mundial da Língua Portuguesa - Ode à LÍNGUA PORTUGUESA


Um livro… epistolar. Ode à LÍNGUA PORTUGUESA


«Desta ilha de Lanzarote, com o mar por meio, mas com braços tão longos que alcançam a Bahia, nós, e os mais que cá estão, parentes e amigos, admiradores todos, vos enviamos muito saudar e votos valentes contra as coisas negativas da vida.
A amizade entre Jorge Amado e José Saramago teve início quando os dois já iam maduros nos anos e na carreira literária. O vínculo tardio, porém, não impediu que os escritores criassem um forte laço, estendido às suas companheiras de vida, Zélia Gattai e Pilar del Río.
Reunida neste livro, a correspondência inédita entre os dois mestres da língua portuguesa vem finalmente a público. São cartas, bilhetes, cartões, faxes e mensagens várias, enviadas ao longo de seis anos, com uma rica troca de ideias sobre questões tanto da vida íntima como da conjuntura contemporânea, sempre com afeto e bom humor.
Ilustrado com fac-símiles e fotos raras, Com o mar por meio é um documento que ilustra uma bela amizade - esse «manjar supremo» da vida - e aproxima o leitor do universo particular de dois dos maiores nomes da literatura de língua portuguesa.»

In  Com o mar por meio.  Uma amizade em cartas -  Jorge Amado  e José Saramago 

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga. As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou. (…)

No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de Junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo ReisO Evangelho segundo Jesus CristoEnsaio sobre a CegueiraTodos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo. No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundaçsé Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.”

In portal Companhia das Letras

                                  

“Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de Agosto de 2001.
Viveu uma adolescência agitada, primeiro na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). (…)
Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966), que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. (…)
Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.”
                                                                                                               In portal Companhia das Letras



Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões
Gosto de ser e de estar
E quero me dedicar a criar confusões de prosódias
E uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões
Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa
E sei que a poesia está para a prosa
Assim como o amor está para a amizade
E quem há de negar que esta lhe é superior?
E deixe os Portugais morrerem à míngua
Minha pátria é minha língua
Fala Mangueira! Fala!

Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode esta língua?

Vamos atentar para a sintaxe dos paulistas
E o falso inglês relax dos surfistas
Sejamos imperialistas! Cadê? Sejamos imperialistas!
Vamos na velô da dicção choo-choo de Carmem Miranda
E que o Chico Buarque de Holanda nos resgate
E (xeque-mate) explique-nos Luanda
Ouçamos com atenção os deles e os delas da TV Globo
Sejamos o lobo do lobo do homem
Lobo do lobo do lobo do homem
Adoro nomes
Nomes em ã
De coisas como rã e ímã
Ímã ímã ímã ímã ímã ímã ímã ímã
Nomes de nomes
Como Scarlet, Moon, de Chevalier, Glauco Mattoso e Arrigo Barnabé
E Maria da Fé

Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode esta língua?

Se você tem uma idéia incrível é melhor fazer uma canção
Está provado que só é possível filosofar em alemão
Blitz quer dizer corisco
Hollywood quer dizer Azevedo
E o Recôncavo, e o Recôncavo, e o Recôncavo meu medo
A língua é minha pátria
E eu não tenho pátria, tenho mátria
E quero frátria
Poesia concreta, prosa caótica
Ótica futura
Samba-rap, chic-left com banana

(Será que ele está no Pão de Açúcar?
Tá craude brô
Você e tu
Lhe amo
Qué queu te faço, nego?
Bote ligeiro!
Ma'de brinquinho, Ricardo!? Teu tio vai ficar desesperado!
Ó Tavinho, põe camisola pra dentro, assim mais pareces um espantalho!
I like to spend some time in Mozambique
Arigatô, arigatô!)

Nós canto-falamos como quem inveja negros
Que sofrem horrores no Gueto do Harlem
Livros, discos, vídeos à mancheia
E deixa que digam, que pensem, que falem

                                                                                           Caetano Veloso

quinta-feira, 22 de abril de 2021 0 comentários

Dia Mundial do Livro - 23 de abril 2021

 

No Dia Mundial do Livro, 23 de abril, a iniciativa ManiFESTA-te pela Leitura regressa, em formato online, quebrando as barreiras físicas e incentivando à participação de todos na Marcha pela Leitura. 

A primeira manifestação aconteceu em 2019, com encontro na Praça Luís de Camões, onde os manifestantes se juntaram e exibiram palavras de ordem para lembrar a importância do livro e da leitura.

Este ano o ManiFESTA-te pela LEITURA está de volta, convidando todos a fazerem parte desta marcha virtual. Descarregue ou capture as imagens dos nossos cartazes, disponíveis nas redes sociais e no Portal do PNL2027 (C1/C2/C3/ C4), escreva as suas palavras de ordem e partilhe-os nas redes, com a identificação @pnl2027 e #manifestatepelaleitura. 

Neste contexto de celebração, veja ainda os 10 vídeos com leituras feitas por mediadores culturais que o PNL2027 preparou para si – Se tu Lesses o que eu Liuma proposta concretizada pela Andante e entretecida com as vozes e os corações de Ana Sofia Paiva, Andreia Brites, Cristina Paiva, Cristina Taquelim e Elsa Serra. Os seus livros, as suas leituras, as suas paixões.

Às 14.30h, o Encontro em Linha com Escritores recebe Mia Couto, autor moçambicano amplamente reconhecido, com quem vamos animar, mais uma vez, os Clubes de Leitura nas Escolas. O Encontro dirige-se aos alunos do Ensino Secundário e será transmitido no Youtube do PNL2027.

A fechar o Programa do Dia Mundial do Livro, venha Falar de Livros, uma conversa às 16.30h com Cristina Ovídio, da Livraria Menina e Moça; António Vaz Pato, estudante do Ensino Superior; Diogo Madre de Deus, da Editora Cavalo de Ferro, Teresa Calçada, Comissária do PNL2027, e João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.

Dia 23 #manifestatepelaleitura @pnl2027

Mensagem de Teresa Calçada ( Comissária do PNL2027).



quarta-feira, 21 de abril de 2021 0 comentários

Portugalidade - 25 de abril de 1974



Gostos trazidos da infância, a música e a dança pontuaram desde cedo a filmografia de Carlos Saura, em filmes como Bodas de Sangue (1981), Carmen (1983), El Amor Brujo (1986), Sevilhanas (1991), Flamenco (1995), Tango (1997), Salomé (2002), Iberia (2005), Fados (2007), Don Giovanni (2009), Flamenco, Flamenco (2010) ou Jota (2016). Nos seus filmes, Saura procura ir de encontro ao velho sonho dos alvores da cinematografia: preservar, para a posteridade, a performance dos grandes músicos. Com uma atitude de profundo respeito pela herança patrimonial do passado, o olhar de Saura parece documentar e conservar para memória futura, a arte dos grandes intérpretes da música popular, palco privilegiado do efémero. 

Dez anos volvidos sobre a estreia do filme, a exposição FADOS pretende revisitar a viagem do realizador Carlos Saura pelo universo do Fado, através dos seus fotosaurios (fotografias pintadas) e story boards, desenhos e anotações, pinturas, guiões e adereços que testemunharam e acompanharam a construção do seu olhar sobre a canção urbana de Lisboa. 

Caminho multidisciplinar, o mosaico desta viagem estrutura-se a partir das várias artes, em exposição, segundo a premissa do realizador: o desenho, a fotografia, a escrita, a música e o cinema estão intimamente relacionados, tão relacionados dentro de mim que não poderia prescindir de nenhum1.  Revisitação do filme, a exposição FADOS ilustra ainda os bastidores onde alguns dos expoentes vivos do género - Carlos do Carmo, Ricardo Ribeiro, Mariza ou Carminho, entre outros - nos dão o seu testemunho sobre este encontro de culturas que há séculos convivem na nossa península, compartilhando geografias e influências. 

 

Carlos Saura, “Sobre mis dibujos”, Las fotografias pintadas de Carlos Saura, El Gran Caíd, Madrid, 2005


 









 


segunda-feira, 12 de abril de 2021 0 comentários

Experiências de Leitura - Atividades organizadas por alunos do 12º ano

 

Experiências de Leitura

Atividades organizadas por alunos do 12º ano

Os alunos das turmas B, C e F do 12º ano comemoraram a Semana da Leitura. A professora Cristina Escaja perguntou em cada turma quem queria organizar uma atividade. E assim aconteceu.

No 12º B, a atividade foi organizada e dinamizada por Pilar Ortega. Começou por apresentar a Ted Talk de Rita Carter sobre a importância de ler (Why Reading matters: https://youtu.be/muuWRKYi09s).

Como nos conta a aluna: “Nesta aula comecei por mostrar o vídeo que é, na minha opinião, muito interessante e revelador pela forma como nos mostra as diferentes faculdades do cérebro que são trabalhadas quando fazemos algo tão simples como ler.

Na segunda parte da aula peguei em vários livros de que gosto muito e mostrei como diferentes livros têm diferentes efeitos em nós e depois convidei a turma a partilhar as suas experiências em vários aspetos que mencionei, como o idioma, o tamanho e o género.”

Os livros mencionados nesta segunda parte da aula (e que ficam como sugestões de leitura) são os seguintes: A trilogia Millennium, Stieg Larsson; A Queda dos Gigantes, Ken Follet; O Velho e o Mar, Ernest Hemingway, O vento e a Lua, Rita Ferro; Poemas de Álvaro de Campos, Fernando Pessoa; Lá, onde o vento chora, Delia Owens. 

 No 12º C, a atividade foi organizada e dinamizada por Francisca Rebelo de Almeida, que consistiu num quizz temático. Transcreve-se a informação partilhada pela aluna:

“Na passada segunda-feira, dia 8 de março, a turma do 12ºC, participou numa atividade online, no âmbito da semana da leitura. Após a proposta da professora de Português, Cristina Escaja, para o desenvolvimento de uma atividade inspirada na semana da leitura, a aluna Francisca Rebelo de Almeida da turma C do 12ºano, com a colaboração dos seus restantes colegas, organizou um quizz, baseado na experiência literária de cada um.

A turma foi dividida em seis grupos, cada um com quatro elementos, que em conjunto responderam a 5 questões acerca do seu gosto literário. Partindo dessas respostas foi criado um questionário, que no dia 8 de março foi apresentado à turma. Cada aluno, individualmente, através das respostas dadas, tentou adivinhar a que grupo é que estas pertenciam.

Esta atividade foi uma experiência diferente para os alunos desta turma, que, devido à pandemia se encontram a ter aulas online, e através da realização deste questionário foi-lhes possível interagir entre eles, e durante os 45 minutos em que se encontravam a fazer o quizz, conseguiram libertar-se um pouco de todas as suas atuais preocupações.”

Por último, no 12º F, a atividade foi organizada e dinamizada por Gonçalo Dias. A modalidade escolhida nesta turma foi um debate sobre leitura, hábitos e preferências dos alunos. O Gonçalo Dias colocou as questões previamente preparadas e interveio como moderador. Foi uma interessante partilha, tendo-se chegado à conclusão de que, pelo menos, os alunos desta turma começaram a ler mais em tempos de confinamento.

 

Cristina Escaja

Publicação: Biblioteca Navegar

 
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